escrevi o teu nome no papel. amacei teu nome no papel amassado.
entreguei-me à polícia com teu nome guardado dentro da bolsa. cantarolava “seu guarda, eu não sou vagabunda, eu não sou delinquente, sou uma mina carente“ .
supuz um crime qualquer. argui que tinha tido uma briga feia com meu cupido e que receava tê-lo matado, sem entrar em detalhes quanto ao mérito.